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Hoje comprei rosas vermelhas.
Hoje comprei rosas vermelhas de presente para a minha avó.
Sabe o mais incrível? Não me lembro a última vez que tinha dado um presente qualquer para a minha avó.
Quando espantada ela me perguntou, entre o susto e a alegria:
- Mas... porque?
Respondi com sinceridade:
- Porque eu te amo.
(e saí, sem dar nem ser cobrada de maiores e desnecessárias explicações)
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Hoje foi um daqueles dias
em que só o que eu desejei ao acordar
foi que chegasse logo ao fim.
Pronto.
Agora, deixa eu ir dormir...
pra ver o que é que a vida me reserva
nesse amanhã novinho em folha.
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- dessa busca desenfreada, incansável, e essencial -
"A tristeza tem sempre uma esperança
de um dia não ser mais triste não."
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Estou começando a me convencer e me conformar com o fato de que os meus cds favoritos estão fadados a sumir (e olha que eu agora tomo todo cuidado do mundo com eles!).
Só pra não dizer que não falei de flores ... aqui vai a dica "desaparecida", diretamente da minha listinha de "top 10" (ainda não sei quais seriam os outros nove, ou em qual colocação ele estaria, mas deu pra entender que é MUITO BOM, né? Então, tá dado o recado. E deixa eu ir, que amanhã tenho um DEZ pra tirar numa provinha antipática ... ;-) )
Aqui vai:
"Seu Francisco", gravado ao vivo. Um show em tributo a Chico Buarque (só composições dele, claro!), por Oswaldo Montenegro.
Aviso aos navegantes: esse cd VICIA !
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Só quero abraçar a metade do Infinito.*

A minha vida é um painel imenso, no qual encaixo, desencaixo, colo e remonto, escrevo e rabisco idéias e planos, projetos de tudo aquilo que sou, gostaria de ser e, consequentemente, tudo aquilo que vou diariamente deixando de me transformar (pelos mais diversos motivos). O criar me seduz. Me dê um lápis, um amontoado de papéis em branco e passarei uma tarde inteira feliz. Mas não preciso de pouco; preciso do mais difícil que tenho a conquistar... Preciso de mim.
Estou descobrindo que sou feita de projetos. Alguns esquecidos, outros guardados, uns tantos mal feitos, rascunhos, rasgados. Eu sou toda idéias. Banais, triviais, geniais; todo tipo de idéias, a todo o tempo. E acho que só agora me dei conta da minha necessidade de acreditar em alguns desses meus rastros.
Não, eu não sei viver sem crer. Não dá pra continuar caminhando a esmo, à espera de que os meus pequenos sonhos e projetos de repente adquiram vida própria e me transformem nisso tudo que eu tanto quero e sempre quis construir.
Eu preciso acreditar em mim. Acreditar que sou viável, seja qual for a minha rota.
Preciso firmar cada passo com a dignidade de quem tem algum potencial em mãos. Preciso parar de olhar para o chão; o caminho, agora, importa menos do que o meu "erguer a cabeça".
Nesse instante da minha vida, preciso começar a doar pra mim mesma algumas coisas com as quais aprendi, pouco a pouco, a presentear aqueles outros que me rondam. Preciso começar a doar o que tenho de melhor também para mim mesma; Nem que seja por um só instante. E aí sim, quando tiver consciência de algumas das minhas virtudes, acho que conseguirei erguer o queixo e começar a ser o tudo para o qual existi até hoje (mesmo que ainda não faça idéia do que isso signifique).
* Frase descaradamente usurpada do fantástico blog de Edson Marques.
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Encontros imprevisíveis, palavras não ditas e o apelo de olhares que já não conseguem mais se comunicar - incrível como a vida pode de repente se tornar isso; um emaranhado idiota de desentendidos.
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(Pulando pra a parte que deveria importar; Kinha e Nau... a cada uma, obrigada sempre por esses momentos que a gente constrói, quase sem querer. Adorei a "JAM session" - que agora eu até sei o que significa!- e a festinha "sou-cult-e-tenho-que-vir-aqui-pelo-menos-pra-dizer-que-já-vim"...rs! Brincadeira, foi maravilhoso!)
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Engraçado como dias insuportavelmente cheios podem, sim, preencher uma vida quase que vazia.
São muitos, muitos os fragmentos do tal "livro do desassossego" que teria que aqui trazer pra explicar quem estou. (sim - tenho descoberto que nunca serei; sempre, simplesmente, e talvez felizmente, "estarei".)
Deixa a vida passar um pouquinho pra eu voltar a falar. Deixa eu mudar esse tantinho que falta, pra ter realmente um novo começo sobre o qual divagar, sonhar, ou simplesmente desabafar. Deixa a vida acontecer, e enquanto isso ... as palavras descansam o repouso dos que fazem muito mais do que poderíamos esperar.
(até porque, não se trata de opções; a vida acontece, independente do meu estado de espírito - ainda bem)
- Foto de Cláudia Fernandes
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Minha pequena imensa amiga,
Nesses meus dias de silêncio, tomo a ousadia de fazer literalmente minhas estas tuas palavras:

Tenho muito ainda por dizer, e assim será feito. Acontece que tem coisas que um mero recado em blog nunca vai suprir. Uma delas, é te dar um abraço apertado e falar pessoalmente o quanto você me importa. E como é eterna em minha vida.
Parabéns, amiga! A gente vai comemorar esse dia num hoje só nosso, tá bom? Te prometo. Beijo grande de um dentre tantos alguéns que sempre vão te amar.
( p.s.: essa é a foto de um recadinho que ela mesma deixou pra mim na parede do meu quarto)
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Apenas por não estarem distraídos - Clarice Lispector.
Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que por admiração se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles. Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque - a sede é a graça, mas as águas são uma beleza de escuras - e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles admiravam estarem juntos! Até que tudo se transformou em não. Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que, estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram. Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.
(há palavras que, de tão verdade, dóem. Ou seriam as próprias verdades a doer, e eu aqui... culpando em vão inocentes palavras?)
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Muita coisa pra dizer, pouco tempo pra usar. Isso é bem típico, né? E então ... quando a gente enfim arranja aquele domingão meio chuvoso, pra ficar em casa e relatar e dizer e desabafar de tudo o que se tem entalado, as palavras somem. Mas é assim. E é assim porque é. E estar aqui, para mim, já é um pouco ir contra a maré... (mas como não sei nadar muito bem, serei um tanto breve nessa minha arriscada aventura de abusar do tempo enquanto ele corre a meu desfavor).
Não podia deixar de comentar do PERCPAN. Começou um pouco cansativo, com o Cortejo Afro de Salvador, seguido duma apresentação indígena (descobri que o nome era "Caboclinhos de Olinda) - ambos, me desculpem a total falta de refinamento, mas renderam os melhores comentários da noite - Clarinha tava inspirada, e a gente não parava de rir! - mas do meio para o final, foi emocionante. Fantástico. Inspirador, até pra mim (que não entendo bulhufas de percussão, mas sou metida a ir conhecer um pouquinho disso tudo que me ronda...).
Valeu MUITO a experiência... Estava lá, e não conseguia parar de pensar em outras pessoas, outros amigos que eu sentia merecerem ainda mais do que eu assistir àquilo tudo. Pensei em vocês!
Pra quem pode ir, hoje ainda tem!
Atrações de ontem:
- Marcos Suzano
- Alex Meirelles
- Peu Meurray (e " Os Pneumáticos" - ele é um percussionista baiano que trabalha com material reciclado do projeto Reciclar para Criar, utilizando pneus de aviões e peças de carros e caminhões - foi MUITO bom!)
- Ed Motta
- B Negão
- Tony Allen
- Fernandinho beat box - A SENSAÇÃO da noite - gente, são inacreditáveis os sons que esse cara consegue fazer só com a boca! Parece uma orquestra inteira!
Atrações de amanhã:
Marcos Suzano
Alex Meirelles
Orchestra Popular da Bahia
Palo Flamenco
Virgínia Rodrigues
Teatro Castro Alves;
R$20 inteira
R$10 meia-entrada
Início pontualmente às oito horas.
Vale a pena, pessoal... ontem foi bom demais!
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Flash back (ainda a tempo ... !)
... como pude até hoje não citar o meu "momento-mágico-show-de-Zeca-Baleiro-agora-sim-posso-morrer-feliz" ?! rs ...
Não tem nem muito o que dizer, só que eu sou fanática alucinada por ele, e estava esperando pelo show a mais ou menos um mês (lembram que foi adiado, ele teve um acidente, e tal...). Pois é; pra quem gosta, fica aqui um motivo de invejinha: FOI (disparado!) O MELHOR SHOW DELE QUE EU JÁ FUI NA VIDA !!! (sabem aquele meu "estado" no show lá em Recife, no Carnaval, com Alceu Valença?! Pois é ... preticamente lagriminhas nos olhos de tanta realização! hahaha ... engraçado lembrar, e goSSStoso saber que vou levar esses momentos pro resto da vida).
Resumindo: o astral do show foi indescritível. E esse é o ÚNICO e bastante motivo pelo qual não me é possível dizer mais.
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Satisfações nada satisfatórias, eu sei... mas ao menos vai aqui a tentativa! :-)
Dias corridos, vida pedindo pra eu acelerar o ritmo e acompanhar os acontecimentos ao redor (tem tanto tempo que isso não acontece, que me resta obedecer, né?).
Listinha imensa de afazeres, muitas provas para estudar, pendências a resolver, oportunidades que não posso deixar de aproveitar.
Já estou até me acostumando com essa lógica doida da vida, esse eterno "oito ou oitenta"... ou melhor seria dizer... essa highway cheia de pedágios ... !
(que assim seja ... longe de mim reclamar a esta altura, afinal... cada um paga o preço do caminho que escolheu seguir, certo? )
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As palavras se esgotaram por hoje. E por ontem. Mas há razão para isso. Esgotou-se qualquer resto de força, atenção ou criatividade. Noite completamente em claro, finalizando um novo blog para ser apresentado hoje pela manhã. Finalizando tudo até as 8:30, apresentação às 9:00, carinha pouco entusiasmada do professor e aqui estou eu: bagaceira total :-) Mas estou feliz, sabe? Gastei toda energia em algo que gosto de fazer, mesmo certa de que estava fugindo ao tema. Eu tentei, juro. Mas não deu. Blog jornalístico, tradicionalmente jornalistico ... não é pra mim. Mais uma vez repenso meus planos, mas isso nem me assusta mais. Estou com aquela calma dos que caminham, conscientes de seus descaminhos. Minha estrada é torta, descobri recentemente. Mas a algum lugar, ela certamente me levará. Quem quiser, dá lá uma fuçadinha por lá, é só clicar no link abaixo. Vou tentar atualizar, mas por enquanto, sinceramente, não tenho vontade de planejar muita coisa.
Então, sei lá ... deixa a vida assim mesmo, ao "Deus dará"... pode ser?
O link é esse aqui : Pecado Capital
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Os dias têm disso...
Revisitar pela primeira vez um cantinho de vida onde um dia se foi muito feliz. Isso é bom.
Rever pessoas queridas e dar abraços apertados cheios de sinceridade e vontade. Isso também é bom.
Visitar uma grande amiga levando de presente sua sobremesa predileta, e assisti-la lamber os lábios enquanto ouve uma qualquer dentre minhas histórias. Isso é quase indescritível.
- E pensar que essa cólica infernal às seis e meia da tarde, em plena aula de Direito Tributário quase consegue estragar tudo. (eu disse QUASE). Afinal, chegar em casa, colocar aquela camisola mais goSStosa do guarda-roupa, tomar uns três Ponstans de vez, cobertor bem grosso, bolsa de água quente na barriga e um gatinho dengoso ronronando por carinho ao meu pé de ouvido não é de todo ruim ( e não é que tem males que realmente vêm para o bem?)
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Desculpas nem sempre precisam ser faladas. Tem desculpa-abraço, piscadela de olho, sorrisinho compreensivo e tapinha nas costas que valem exatamente o mesmo peso de uma desculpa verbal.
Um buquê de flores, bilhetinho grudado no retrovisor do carro ou no espelho do banheiro, um aperto sincero de mãos. Tem desculpas dadas só por conveniência, algumas como prova de amizade e outras que só mesmo por muito amor.
Tem desculpas sinceras, forçadas, melancólicas, silenciosas ou cheias de explicações. A buzinadinha curta quando se sabe admitir a própria barbeiragem, o beijo de mãe depois da bronca, o choro da criança que faz coisa errada, o reencontro de mãos de namorados desentendidos.
Tem desculpas inventadas, desculpas reformuladas, algumas merecidas e outras até injustiçadas. Dentro dessa coleção toda de maneiras de pedir desculpas, admito que não sei qual poderia escolher pra justificar aos que tiveram paciência de ler até aqui, a minha provavel ausência nos tempos a seguir.
Tá, pessoal ... vou me limitar às desculpas "esperançosas" (na torcida para que esses dias tão cheios que terei pela frente não se mostrem tão cansativos quanto estou a imaginar).
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(Afinal, hoje é 03 de Setembro !)
Como dizem por aí; "A vida tem dessas coisas ..."
... E é gostoso demais relembrar esse ditadozinho popular exatamente quando uma "dessas coisas" que acontecem-nos na vida vem para o bem.
Muito já falei, ora cá com meus botões, ora com alguns que ainda passeiam por aqui, daqueles que considero (com toda sinceridade) as minhas maiores preciosidades; Esses são os meus amigos, motivos de quase tudo o que me envolve, me inspira e me acontece. São eles que me fazem sorrir, ou parar de chorar, muitas vezes me jogam o tal merecido balde de água fria, com palavras duras não menos necessárias, e estão acima de qualquer impecilho presentes em cada esquina das minhas histórias.
Se começasse a reler essa Vitrine de "mim" desde o primeiro dos textos até este aqui, qualquer um poderia perceber que ela é muito menos minha do que se presume. Um caldeirãozinho de misturas excêntricas, com teperos de todos os gêneros. Amigos novos, amigos de sempre, colegas de escola, trabalho, companheiros de festas, amigos em família, irmãos postiços, alianças de infância, de viagens, de histórias e cumplicidade que não se explica mas não se pára de sentir.
Este ano, na virada do meu aniversário, eu me senti (contrariando todas as expectativas) extremamente frustrada. Naquele momento justifiquei com as minhas não conquistadas vitórias o motivo de toda aquela tristeza. Pois hoje o que me ocorre é bem oposto àquela angústia inconveniente do 6 de Julho. Hoje o dia é 03 de Setembro, aniversário de uma pessoa que, em um espaço inacreditavelmente mínimo de tempo, conquistou um pedacinho considerável de minha vida. E por menos convivência que tenhamos conseguido ter (pelos dias cheios, compromissos inadiáveis e contratempos indesejáveis que muitas vezes separam tantos destinos), queria agradecer a você, Clarita, e a todos aqueles que saíram da beira da minha vida e entraram de vez para a história dos meus mais agradáveis momentos.
Agradeço em especial a você não só pelo dia de hoje, mas pela sua incrível capacidade de recriar os momentos, transformar todo pequenino acontecimento em motivo para se sentir bem, se sentir feliz e completo pelo simples fato de estarmos juntos, a qualquer hora, lugar ou condição. Agradeço pela forma como me sinto confortável ao seu lado, pelo seu bom humor inexplicável, pela sua inteligência afiada, e por toda a potencialidade dessa nossa amizade que acabou de nascer, e já se mostra tão especial... Pois essa é você; uma amiga especial que carregarei a cada viagem que fizer, se Deus quiser, pelo resto de nossas vidas!
(Fique bem e Seja Feliz, hoje e sempre!)
(parte do recadinho vai, com a licença da aniversariante, pra alguns outros amigos que me fizeram rever o ano que se passou, e descobrir que as minhas vitórias aconteceram, sim; elas são vocês. Gorda, Xande, Dupa, Matheus, Milontra, Naty´s, Peu, Barreiras, minha Nau, Abra, P.A., Clarita, Mari, Chico, Tinha, Mari-Mari, Marquinhos, Vika, Helinho, Lu prima, Ló, Léo, Dudi, tantas pessoas queridas da faculdade; Nanda, Lu, Tai, Karlinha, Jack, Kinha, Mary Pop´s, Bel, Gu, Caio ... são muitos, incontáveis, e mesmo pros que aqui não estão (mas com certeza me conhecem o suficiente pra perdoarem essa minha falha) beijo pra cada uma dessas pessoas que têm feito cada um dos meus dias valerem a pena!)
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noite em claro, sono que não dá d
e
s
c
a
n
s
o
(Nos últimos dias estou assim mesmo, em cascata, despencando, acontecendo do jeito que os dias decidem que deva ser. E não é que apesar de cansativa, essa experiência tem sido gostosa?!)
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