Dormente; em suspenso. Atolada de metas que, se postas contra a parede, provavelmente sucumbem fácil, fácil. Eu sei que preciso aprender a ser prática. Preciso organizar as idéias, perseguir objetivos, traçar planos. A bem da verdade é exatamente isto que tenho tentado fazer nos últimos tempos, seguindo o passo-a-passo do manual “dos que têm juízo”.
Aos poucos fui tentando me ajustar. Topei numa oportunidade e abracei o momento. Meu instinto deu o pontapé inicial. Colhi um punhado de sonhos no chão, sem saber direito de que árvore tinham caído. Guardei como meus, tomei-os pra mim. Hoje vejo-os amadurecendo, e tenho medo. Não sei ao certo que gosto têm, e o momento de prová-los se aproxima.
Aos poucos os compromissos que eu mesma optei por assumir vão condicionando o tipo de liberdade que aprendi (há tão pouco tempo) a amar. Isto apavora cada “caco” desse meu “ser quebrado”.