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"Para que a boa sorte retorne a uma casa atingida pela desgraça não há nada mais eficaz do que um ramalhete luminoso de flores amarelas. É até mesmo um exorcismo invencível contra as nuvens obscuras que costumam perturbar em certos dias incertos o ofício maravilhoso de escrever. Quando os dedos se enredam na tecla equivocada, quando não conseguimos que os personagens respirem com seu fôlego próprio no âmbito do romance, quando não se encontra a palavra compadecida que os ajude a morrer sem dor, é porque falta algo no espaço da peça em que se escreve. E o que quase sempre falta é uma flor.
Portanto, não é por superstição, mas por uma experiência purificada e proveitosa, que nunca me aventuro a escrever sem que haja no vaso de meu escritório uma rosa amarela".
 (Gabriel García Márquez)
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E dá-lhe tropeço atrás de tropeço...
( e é assim, por insistência, que aprendemos a rir das rasteiras que a gente dá em nós mesmos... )
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