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Talvez o mundo
Não seja pequeno
Nem seja a vida
Um fato consumado
Quero inventar
O meu próprio pecado
Quero morrer
Do meu próprio veneno
(Chico Buarque)
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ele passeia desconfortável pela minha frente, mãos dadas com outro alguém que nunca vi. como de costume, visto a minha fantasia de mulher bem resolvida e cumprimento os dois com um sorriso quase sincero. ele fica ainda mais sem jeito e vai embora.
revisito uma sensação ruim e, apesar de doer, me sinto viva.
(mais uma vez ele quase me fez chorar. e fazia tantos anos que eu não chorava por sua causa, que até me senti no direito. mas a mágoa não era tão grande, e eu fiquei com aquilo entalado na garganta, sem conseguir engolir de vez nem respirar direito)
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Descobri uma ferramenta que rastreia plágios na Internet. Fui lá testar e me senti mais uma vez invadida, ao ponto de novamente repensar se essa história de blog vale a pena.
Entre as dezenas de posts plagiados...
Aos desavisados.: plágio, além de desrespeito, é CRIME.
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Quando os velhos machucados enfim cicatrizam eu atravesso os dias, desorientada,
quase desejando que a vida me atropele novamente.
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